Jesus teve fome
Mateus nos faz parar diante de uma frase pequena e cheia de consolo: Jesus teve fome. A necessidade não o tornou menos Filho, e nossas fragilidades também não nos tornam menos amados pelo Pai.
Mateus nos faz parar diante de uma frase pequena e cheia de consolo: Jesus teve fome. A necessidade não o tornou menos Filho, e nossas fragilidades também não nos tornam menos amados pelo Pai.
A verdadeira unidade na igreja não se apoia em preferências ou conveniências passageiras, mas na identidade compartilhada em Cristo. Acompanhe o segundo artigo da série “Unidade em Risco” e entenda como a gratidão e a memória ativa da graça transformam nossos relacionamentos.
Por Aristarco Coelho Falar sobre solicitude inspira, mas o verdadeiro teste acontece quando ela precisa sair do campo das ideias e ganhar forma nos lugares comuns da vida. É ali, no cotidiano, que a amabilidade se veste de gestos simples e revela se a graça realmente está em movimento. A solicitude cristã não se manifesta … Ler mais
Mesmo homens de fé enfrentam momentos em que o medo fala mais alto. A experiência de Abraão nos convida a refletir sobre verdade, confiança e a graça que nos restaura.
A história de Noé revela que os frutos mais visíveis da fé nascem, antes de tudo, de uma caminhada silenciosa com Deus. Antes da arca, do dilúvio e do recomeço, havia uma fé cultivada no tempo, sustentada pela graça e perseverante mesmo sem aplausos. Este texto reflete sobre uma fé que não se apressa, mas permanece — e, no tempo certo, produz frutos que atravessam gerações.
A graça chegou primeiro. Antes de qualquer gesto nosso em direção a Deus, houve um gesto dele em nossa direção. Este devocional mostra como a solicitude cristã nasce da graça recebida e se transforma em cuidado concreto com as pessoas.
A graça de Deus nunca foi um convite à passividade. Ao contrário, quando Deus chama, a fé verdadeira responde com obediência concreta. A história de Noé nos mostra que a iniciativa divina precede toda ação humana, mas jamais elimina a responsabilidade de caminhar em fidelidade. Este texto reflete sobre uma fé que nasce da graça, é sustentada por ela e se expressa em respostas práticas ao chamado de Deus, mesmo em tempos difíceis e contrários.
A história de Noé nos lembra que, na economia de Deus, a graça sempre precede a obediência. Antes de qualquer resposta humana, há um chamado gracioso que inaugura novos começos e redefine o sentido da fidelidade.