Jesus teve fome
Mateus nos faz parar diante de uma frase pequena e cheia de consolo: Jesus teve fome. A necessidade não o tornou menos Filho, e nossas fragilidades também não nos tornam menos amados pelo Pai.
Mateus nos faz parar diante de uma frase pequena e cheia de consolo: Jesus teve fome. A necessidade não o tornou menos Filho, e nossas fragilidades também não nos tornam menos amados pelo Pai.
A vida nos ensina a procurar rotas rápidas, mas nem todo atalho preserva a alma. Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto e nos mostra que o caminho fiel, ainda que pareça mais longo, mantém nossa comunhão com o Pai.
Em Mateus 4.1–11, Jesus enfrenta a sedução dos atalhos no deserto. A fome, a provocação à identidade e a oferta de um reino sem cruz revelam caminhos aparentemente rápidos, mas espiritualmente perigosos. Cristo vence permanecendo dependente do Pai — e socorre os que são tentados.
A dor pode começar apenas pedindo atenção, mas, se não for levada a Deus, pode tentar decidir por nós. No deserto, Jesus sentiu fome sem permitir que a fome governasse sua obediência.